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Foram avaliadas alternativas de herbicidas que podem melhorar o controle de plantas daninhas de folhas largas em relação ao glifosato na dose comercial recomendada para o cafeeiro, sem afetar a produção. A pesquisa foi conduzida nas Estações Experimentais Naranjal (Caldas) e Paraguaicito (Quindío), em novos plantios e em áreas de renovação por poda do tipo zoca do cafeeiro, respectivamente. Os tratamentos consistiram em misturas de glifosato (720 e 1.080 g ha-1 de i.a) com metsulfuron-metílico (15 g ha-1 de i.a.), bensulfuron-metílico (50 g ha-1 de i.a.) ou carfentrazona-etílica (30 g ha-1 de i.a.), comparadas com a dose comercial de glifosato (1.440 g ha-1 de i.a.) e com o manejo manual-mecânico. Foram realizadas entre cinco e seis aplicações por localidade até os 24 meses de cultivo. Avaliaram-se a cobertura de plantas daninhas (%) entre 7 e 63 dias após a aplicação (DAA), a fitotoxicidade e a produção de café cereja no primeiro ano, utilizando um delineamento em blocos casualizados com oito repetições. As misturas de glifosato com carfentrazona-etílica proporcionaram controle eficaz das plantas daninhas aos 7 e 21 DAA. As misturas de glifosato com metsulfuron-metílico e bensulfuron-metílico foram eficazes entre 21 e 63 DAA, superando a dose comercial de glifosato. As misturas de glifosato com metsulfuron-metílico causaram leve fitotoxicidade ao cafeeiro em novos plantios. Não foram observadas diferenças significativas na produção de café entre os tratamentos herbicidas. A integração dessas alternativas permite utilizar doses de glifosato entre 25% e 50% inferiores à dose comercial média recomendada para o cafeeiro.